Aniversariante Ramires diz que maior presente seria conquistar títulos

No dia em que completa 22 anos, meia celeste lembra da infância simples e do caminhão de brinquedo que ganhou quando era criança

O volante Ramires, do Cruzeiro, completa 22 anos nesta terça-feira e vai passar um aniversário bem diferente de seus tempos de criança. Criado em Barra do Piraí, no Rio de Janeiro, o jogador era de uma família humilde e morava na casa de sua avó com a mãe, o pai e mais dois irmãos: Michele e Michael.
 
- Liguei bem cedinho e fiz questão de ser a primeira a dar os parabéns. Acho que ele ainda estava dormindo (risos). Não tive como ir até Belo Horizonte, pois tenho um filho pequeno, mas lembrei com carinho do meu menino. Antigamente, não tinha grandes festas, mas não deixava a data passar em branco. A minha maior preocupação era melhorar o jantar da família. Todos entravam na minha casa e comemorávamos muito – lembra Dona Judite, por telefone de Mendes.

Ramires nunca foi de pedir brinquedos caros e sempre foi uma criança tranquila. Segundo sua mãe, é difícil lembrar um pedido que estava fora da realidade da família.

- O Ramires sempre foi uma criança calma e sabia das nossas condições. Só a união da família já o deixava muito feliz - conta.
 
Dona Judite diz que o maior presente que ela pode dar para o filho é carinho. Para ela, nada é mais valioso do que o coração materno e sabe que Ramires, mesmo de longe, poderá sempre contar com sua proteção.

- Meu maior presente é o amor que tenho por ele. Quero que tenha muita saúde, paz e que saiba tomar sempre as decisões certas sem se deixar se influenciar. Que ele continue sendo o meu garotão, pois sabe que estarei sempre aqui – disse. 

Caminhão de brinquedo foi o presente inesquecível

Ramires se diz muito feliz e afirma que é um dos aniversários mais importantes de sua vida. O jogador lembra que o presente que ficou marcado foi um caminhão de brinquedo dado pela mãe.
 
- Acho que já estou realizado, não comprei nada para mim. e o maior presente seria ganhar títulos na carreira. Quando era pequeno ganhei um caminhão da minha mãe e fiquei muito feliz, foi o que mais gostei. A gente curtia muito e era engraçado, pois eu convidava todo mundo da escola para ir na minha casa. Quando minha mãe percebia, já estavão todos lá. Ela ficava desesperada, mas no fim dava tudo certo – brincou ele, por telefone de Belo Horizonte.

 

PUBLICIDADE

PLANTÃO